Black Drawing Chalks no Rio

E enfim eu fui no show da banda que mais tenho ouvido nos últimos tempos. Black Drawing Chalks, banda goiana com passagens por festivais como SWU e Lollapalooza, aportou no Rio no último fim de semana para participar do festival Coletivamente que rolou na Lona Gilberto Gil, em Realengo. O festival que rolou nos dias 9, 10 e 11 unindo artes, mobilização cultural e música, trouxe pro seu primeiro dia o quarteto de “stoner do cerrado”.

Logo antes do show pude bater um papo rápido com Dênis e num outro momento com Douglas Castro, baixista e baterista da banda, respectivamente. Dênis comentou sobre shows futuros e os últimos lançamentos como o Pinball da banda disponível na Apple Store e também do próprio cd No Dust Stuck On You, entre outras histórias da banda. Foi muito legal conhecer o dono da cabeleira e dos grooves da banda.

Não era de se esperar nenhuma megaestrutura, mas a apresentada estava aquém de qualquer banda que fosse se apresentar ali. Muito embora isso trouxesse uma atmosfera “rocker e independente” ainda assim é preciso prestigiar os artistas com um pouco mais de qualidade profissional na produção dos eventos. Mesmo com muitos problemas com o som – falta de retorno, microfone mais baixo que o resto da banda, agudos na estratosfera – os BDC se apresentaram na lona de Realengo com muito vigor e energia.

Iniciaram o show com um medley de 4 músicas do novo cd emendadas, começando com Swallow. Foi realmente um início de set explosivo, atraindo mesmo que ainda não conhecia o novo trabalho ou a banda. O repertório passeou pelas músicas mais empolgantes da banda – Cheat Love and Lies, A Place to Hide This Gold, Simmer Down, Red Love. Suicide Girl invadiu o solo de uma das músicas e quem entendeu curtiu e quem não entendeu qeu preste atenção na próxima – rs. Também trouxeram as melódicas Leaving Home e Magic Travel, numa pegada mais acelerada e a já alçada ao posto de hino da banda My Favorite Way cantada por quase todo mundo ali com braços levantados e tudo.

Mesmo com todos os problemas citados anteriormente, Victor Rocha se dedicou bastante nos vocais trazendo a mesma energia dos cds pro palco e um destaque especial pro baixista Denis, que é meu preferido na banda – inclusive agitando a lojinha sozinho – e que além de ser um grande baixista também sabe dançar enquanto toca – e o melhor – de botas de caubói! A banda se funde bem ao vivo. Conseguem fazer um rock honesto e pulsante, levantar uma galera e causar algumas rodinhas. rsrs. Um show único, seja pelas condições em que ocorreram, seja pelo pequeno público ali presente, mas um show que vai ficar na memória.

Enjoy! 🙂

Diário de Bordo #05 – EDIÇÃO FINAL//Radiohead/Apoteose

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Alô! Câmbio! Alguém na escuta?

Acabo de acordar e ainda não acredito no que presenciei na noite de ontem. Pensei ter sido um sonho. Mas as dores no corpo me fazem acreditar nas minhas lembranças. Esse foi meu primeiro festival e o investimento feito valeu cada centavo.

A sensação de estar experimentando outra dimensão durante o tempo que estive lá é indiscritível!

Eu ainda estou com o pensamento confuso. (deve ter sido os estrobos)- rsrsrs- Mas eu ainda me lembro de algumas sensações durante os shows e essas memórias permanecerão.

Eu fico me lembrando do momento de alegria que foi a setlist animadinha que o Los Hermanos escolheu pro seu show. Uma hora e dez bem divertida. Pulei bastante. (e olha que eu nem animado pro show deles estava)

reuniao-los

Mas foi muito legal ver os barbudinhos de novo. A última vez tinha sido a quase dois anos atrás – 7 de junho de 2007. Foi um show bastante interessante com músicas não tão comuns no repertório deles como “Cher Antoine” e outras que não podem faltar como “A Flor” e “Deixa o Verão”.

Algum tempo e rápidas, aliás, expressas, trocas de equipamentos no palco do Just a Fest era a vez dos dinossauros do Kraftwerk. Eu realmente só conhecia 2 músicas antes do show. Foi bastante interssante eles tinham projeções poderosas a dispor. E são os pais do eletrônico pelo que entendi. O mais comédia pra mim foi “We are the robots” que eu só fui perceber que os caras tinham sido torcados por robôs quando minha amiga me avisou no meio da música. rsrsr.Mas foi uma experimentação interessante. Um bom show pra comentar com os amigos e quando eu tiver com meu filho posso dizer que vi um show de eletrônico audiovisual muito bonito (enquanto ainda não pude ver o Blue Man Group – amoo *.*)

kraftwerk

Mas enfim os alemães se foram. E então as coisas começavam a se preparar. O cenário foi se montando. Um carinha louco subia toda hora pra fazer ajustes (rapel e escalada a 15m de alt, num eh pra qq um srsrsrs)

Às 22h40min. (eu havia apostado com meus amigos que seria 22h45min) o Radiohead entrou no palco. Nossa, quase passei mal.Pulava feito um louco. E comecei a sentir que cada centavo investido valia a pena. Logo de começo como vem sendo a turnê inteira, vieram as palminhas de “15 step”. Já foi ótimo e então eu quase passei mal quando eles emendaram “Airbag” depois dessa música eu perdi a consciência e vivi cada momento com a trilha sonora proposta por Thom Yorke e cia.

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Ainda me lembro de algumas coisas como a produção cuidadosa que foi feita pra “The National Anthem”. Logo no começo sons como de rádio traziam pessoas falando. E em português, achei um capricho. E o cenário “surtando” com as luzinhas vermelhas riscando as tais estacas do palco. Nossa foi demais. Muito lindo mesmo.

Outro momento de surto foi quando eu ouvi os primeiros acordes de Just, quase morri. Pulei, me sacudi, fiz air-guitar. Loucamente. E quase no finzinho tb com Paranoid Android e o palco arco-íris excelente.

E o momento em que todods os que estavam na apoteose se tornaram um só diante de um Thom Yorke dando uma de crooner com microfone em punho e entonando ternamente Creep, e deixando que cantássemos com ele. Foi uma linda fusão o que aconteceu. Nós e o Radiohead ali sendo uma massa única e disforme, porém linda massa.

Foi lindo esse show estou extasiado até agora. êta vibe boa!

Setlist do show:

1. 15 Step

2. Airbag

3. There There

4. All I need

5. Karma Police

6. Nude

7. Arpeggi

8. The National Anthem

9. The Gloaming

10. Faust Arp

11. No Surprises

12. Jigsaw falling into place

13. Idioteque

14. I might be wrong

15. Street Spirit (Fade Out)

16. Bodysnatchers

17.  How to disappear completely

Encore/Bis 1

18. Videotape

19. Paranoid Android

20. House of Cards

21. Just

22. Everything in its Right Place

Encore/Bis 2

23. You & Whose Army?

24. Reckoner

25. Creep

Outras notícias sobre os shows do Just A Fest no Rio.

Cartuns sobre o show

Notícia do show no Globo. com

Notícia do show no G1. com

Notícia do show no IgMúsica

Notícia sobre Los Hermanos no G1

Instante Posterior, blog do Bruno Medina

Notícia sobre o show do Kraftwerk

Flickr com fotos muto bonitas – Selusava

Link com o show no Youtube

Câmbio e desligo final!

Fonte: G1, Ig, O Globo. com e “Eumermo” rsrs.

Diário de Bordo #04

Alô! Câmbio! Alguém na escuta?

Nossa hoje é o grande dia e eu estou uma pilha. Muito nervoso não consigo dormir e são 1h e 20 m da manhã. Tudo isso esperando o que está por vir na noite de logo mais.
Espero que seja um show maravilhoso e tudo corra bem.
Muita ansiedade pra o palco que na minha opinião é o mais bonito já feito e também pra cantar a plenos pulmões as canções desta banda maravilhosa que é o Radiohead.
Vai ser ÓT I M_O

Câmbio e desligo.

*Post rascunhado às 1h 20 min de 20mar2009 e postado às 14h25min de 21mar2009.

Urgente!!! Reunião à vista!

Os barbudinhos estão de volta!

Os barbudinhos estão de volta!

O aguardado show de reunião do Los Hermanos, eles mesmo, vai acontecer no também aguardado Festival Just a Fest, que tem Radiohead e Kraftwerk como atrações principais.

No fim do ano passado eu li no blog de um rapaz que estava no exterior (EUA) e que dizia ter encontrado Rodrigo Amarante em um bar. Ele, segundo o blogueiro, falou da sua turnê nos Estados Unidos com a Little Joy e de uma reunião do Los Hermanos para 2009. Li isso desconfiado preferi não acreditar. E nos últimos tempos preferi até mesmo que não voltassem (tenho medo do que bandas podem fazer depois que dão um tempo).

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…só sei do que não gosto.

“Acho que não sei quem sou/ só sei do que não gosto”

Com esse verso de Tetro dos Vampiros da LU eu inicio esse post que vai de encontro às famosas listas de top5, top10, top20, top100, etc. Nesse post vou escrever sobre coisas que não gostei.

Tiveram muitas coisas, inclusive uma garrafa de vinho… Mas falemos de música.

Bom uma lista aleatória, sem sentido e desorganizada..

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Presentinho de Natal MADE-IN CIRCO

Capinha Mara...

Capinha Mara hehe...

Entrei no site do Circo Voador. E tive uma surpresa (eu que sou lezado só vi hj, mas os geeks de plantão já devem estar sabendo há muito tempo). Mas voltando ao que estava falando…

Eu tive uma surpresa e pensei: ” O bom velhinho me agraciou”

Fui clicando e baixando… Daí vc quer saber… Baixando o quê? Pára de enrolar!!!!

Então eu digo. Era o áudio do show histórico que o Franz Ferdinand fez no Rio em fevereiro de 2006, que colocou o Circo pra ferver.

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