Hit Parade – Dia dos Professores

É. Hoje é dia daqueles que te ensinam um monte de coisa. Dia dos professores, minha gente. E pra fazer valer nada melhor que uma boa Hit Parade.

professor-rock

Vamos ao que interessa:

3º – O Toco

Don’t Stand So Close – Police

O cara tava de boas dando a aula dele. A novinha fica perturbando o juízo e o cara dando toco atrás de toco. “Não chega perto!”. Sting era irresistível nos anos 80, mas resistia bem às menininhas.

2º – O Troco

Baba Baby – Kelly Key

Aí a menina encorpou um pouco, aprendeu português fluente e pegou um refrão chiclete pra dar o troco no professor. O cara não aguentou e virou stalker. Noites de solidão sei e ele lá olhando a menina na janela sei. Curtindo umas danças sensuais na imaginação. Tô ligado fessor, tô ligado…

1º – O Clássico

Another Brick In The Wall – Pink Floyd

Pois é, mas a escola não é mesmo um mar de rosas. A mulecada fica revoltada e os professores também e essa relação de amor e ódio fica bem explícita nesse vídeo do Pink Floyd. “Deixem as crianças em paz! E os professores também!

Bônus: 

Aula de Rock – Escola de Rock

O professor Jack Black não quer reprovar ninguém. Mas pra isso todo mundo tem que aprender o bom e velho Rock n’ Roll. Parece até sinopse de sessão da tarde, e é. Escola de Rock é dos melhores filmes que já passou por esta Terra e um dos motivos é o professor interpretado por Black. No vídeo ele ensina a mulecada – toda clássica, diga-se de passagem – um rock com Smoke on The Water e outros clássicos.

Cover de Quinta: CDZA Battle Songs

Who is CDZA?

CDZA é a sigla de CADENZA, um coletivo de talentosíssimos músicos que com vídeos muito loucos criativos trazem versões de canções. Do Clássico ao Rock, passando pelo pop, os vídeos do CDZA são garantia de diversão no Youtube.

E nesse vídeo eles respondem à pergunta “Who is CDZA” em um show que sincroniza música, banda e as principais ferramentas da internet. Vale a pena o click e o like.

E aí, curtiu?

Enjoy! 😉

…Like Clockwork… – O Filme

Nem só de música viverá o homem, mas também de toda animação que o acompanhar.

Quem me conhece sabe que, além de música, eu também sou fã incondicional de animações. Longas, curtas, stopmotion, 3D, clássica, não importa o estilo eu curto muito.

E aí que a minha banda favorita, Queens of The Stone Age, lançou como promo do álbum …Like Clockwork… um curta de animação de mesmo nome, uns meses atrás. O conto de realismo fantástico criado por Boneface, jovem artista amigo da banda, traz à vida histórias e personagens que casam perfeitamente com as canções do QOTSA. Num cenário apocalíptico vemos interligadas as histórias de personagens únicos através de I Appear Missing, Kalopsia, Keep Your Eyes Peeled, If I Had a Tail e My God is The Sun, fechando o pacote. O resultado você vê aqui:

Cover de Quinta: Estreia

Olá pessoal!

Hoje é dia de estreia no nosso Palanquinho! Cover de Quinta. Sei que tá manjado esse lance de “clipe de segunda” “vídeo de quinta”, mas não estou preocupado e espero que nossos dois leitores curtam!

A estreia é algo sensacional que vi enquanto passeava pelo IDEAFIXA. Michael Winslow o “policial das 1000 vozes” do Loucademia de Polícia fazendo um cover de Whole Lotta Love do Led Zepellin.

UNBELIEVABLE!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

É perfeito demais. A guitarra do Page com distorção e tudo no final. A voz do Plant. Tudo. Apenas genial!

SEM PALAVRAS!

Enjoy! 😉

Avenged Sevenfold x Metallica – Da série: eu só me inspirei…

Figura1Em agosto me mandaram no facebook um link pra uma música do Avenged Sevenfold. Não que eu nunca tivesse ouvido o som dos caras, mas… tinha algo de errado NAQUELE som. E em tempos de Rock in Rio – não vou entrar em mérito algum aqui, ok ? – cabe o comentário.

Era This Means War do novo cd Hail to the King. Ao contrário do que eu imaginei quando cliquei a música não era ruim. Era até mesmo familiar. Familiar demais, sabe. Muito familiar.

E aí veio o selo Latino de qualidade. A música é uma cópia descarada e irritante de Sad But True do clássico  Metallica (a.k.a. Black Album). Pausas, rimas, vocais, entradas e riffs tudo muito sugado do hit de 1992. Se com seus 29 anos, Hetfield e sua turma foram capazes de criar um clássico como este, não consigo entender o que levou esses rapazes – que têm hoje mais ou menos a mesma idade do vocalista do Metallica em 92 – à cópia. Seria falta de talento ou acharam que ninguém ia perceber?

Para quem não sabe do que se trata:

This Means War – Avenged Sevenfold

Sad But True – Metallica

“This Means Sad True War” – “Metallica Sevenfold” (heresia on)

Black Drawing Chalks no Rio

E enfim eu fui no show da banda que mais tenho ouvido nos últimos tempos. Black Drawing Chalks, banda goiana com passagens por festivais como SWU e Lollapalooza, aportou no Rio no último fim de semana para participar do festival Coletivamente que rolou na Lona Gilberto Gil, em Realengo. O festival que rolou nos dias 9, 10 e 11 unindo artes, mobilização cultural e música, trouxe pro seu primeiro dia o quarteto de “stoner do cerrado”.

Logo antes do show pude bater um papo rápido com Dênis e num outro momento com Douglas Castro, baixista e baterista da banda, respectivamente. Dênis comentou sobre shows futuros e os últimos lançamentos como o Pinball da banda disponível na Apple Store e também do próprio cd No Dust Stuck On You, entre outras histórias da banda. Foi muito legal conhecer o dono da cabeleira e dos grooves da banda.

Não era de se esperar nenhuma megaestrutura, mas a apresentada estava aquém de qualquer banda que fosse se apresentar ali. Muito embora isso trouxesse uma atmosfera “rocker e independente” ainda assim é preciso prestigiar os artistas com um pouco mais de qualidade profissional na produção dos eventos. Mesmo com muitos problemas com o som – falta de retorno, microfone mais baixo que o resto da banda, agudos na estratosfera – os BDC se apresentaram na lona de Realengo com muito vigor e energia.

Iniciaram o show com um medley de 4 músicas do novo cd emendadas, começando com Swallow. Foi realmente um início de set explosivo, atraindo mesmo que ainda não conhecia o novo trabalho ou a banda. O repertório passeou pelas músicas mais empolgantes da banda – Cheat Love and Lies, A Place to Hide This Gold, Simmer Down, Red Love. Suicide Girl invadiu o solo de uma das músicas e quem entendeu curtiu e quem não entendeu qeu preste atenção na próxima – rs. Também trouxeram as melódicas Leaving Home e Magic Travel, numa pegada mais acelerada e a já alçada ao posto de hino da banda My Favorite Way cantada por quase todo mundo ali com braços levantados e tudo.

Mesmo com todos os problemas citados anteriormente, Victor Rocha se dedicou bastante nos vocais trazendo a mesma energia dos cds pro palco e um destaque especial pro baixista Denis, que é meu preferido na banda – inclusive agitando a lojinha sozinho – e que além de ser um grande baixista também sabe dançar enquanto toca – e o melhor – de botas de caubói! A banda se funde bem ao vivo. Conseguem fazer um rock honesto e pulsante, levantar uma galera e causar algumas rodinhas. rsrs. Um show único, seja pelas condições em que ocorreram, seja pelo pequeno público ali presente, mas um show que vai ficar na memória.

Enjoy! 🙂

Rock, diversão e Ócio

No último dia 20, o Circo Voador recebeu os soteropolitanos da Vivendo do Ócio para o show de abertura dos Raimundos. Eles abriram o show juntamente com a banda Kiara Rocks. Quando vi os caras da Kiara indo embora  só consegui pensar que não via tanta bandana junta desde 99/2000.

Os rapazes assumiram o palco do circo sob o olhar atento de quem esperava ali a atração principal. Reparei que poucas pessoas ali conheciam o trabalho da banda, mas também percebi que atraíram a atenção de um público ansioso.

Entrosados, iniciaram o show com Bomba-Relógio, que abre o disco O Pensamento é um Íma, uma música elétrica que  ao vivo ficou ainda mais divertida. O setlist teve sucessos dos dois álbuns lançados pela banda: Amor em Fúria, Meu Precioso, Dilema, Fora Mônica – do álbum Nem Sempre Tão Normal – intercaladas com outras como Silas, Eu Gastei e a lindíssima Nostalgia – de O Pensamento… – cantada com a participação de um de seus compositores Pablo Dominguez.

Uma apresentação simplesmente vigorosa e correta, muito embora o som do Circo Voador continue extremamente barulhento. Muita simpatia e jogo de cintura de Jajá pra conter os ânimos dos fãs que aguardavam a atração da noite “Queríamos agradecer ao Raimundos por nos convidar. Fizeram parte da nossa formação de rock e daqui pouco vão vir tocar pra vocês.” Admito que achei graça. Também não tiveram problema em comandar o público em Rock Pub Baby (“1,2,3,4! Rock and roll, baby!”) Simplesmente muita diversão como cantam algumas de suas letras – Preciso Me Recuperar, por exemplo.  Várias rodinhas abertas nas mais agitadas e palminhas acompanhando o bumbo de Dieguito Reis são coisas que ficaram na lembrança de uma noite divertida de ROCK. Por que isso é o que eles fazem de verdade e com verdade.

No fim do show eles pararam pela já conhecida lojinha. Território das bandas independentes onde a galera se encontra pra se conhecer mutuamente um pouco melhor. É a praça da amizade entre fãs e banda. risos. E foi muito legal poder conversar com eles e ver que realmente existe verdade naquilo que cantam. São “moleques” como nós, mais ou menos da nossa idade, que com muito talento transformam nosso cotidiano em boa música.

É muito revigorante ver quatro jovens com seus 20poucos anos que estão interessados fazer rock acima de tudo. Sem grandes floreios ou pretensões – embora com muita qualidade – e muito menos com aquele ar de boyband que quer cultivar legiões de menininhas – mesmo que atraiam olhares e gritinhos femininos durante o show. O que vimos no Circo foi mais ou menos 1h de rock como há muito eu não via ao vivo. Um rock sem denominações. Apenas o bom e velho rock’n’roll.

Enjoy! 😉

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