Hoje é dia de lembrar 2011, bebê!

Mais um ano se encerrando e aquela velha mania do povo de fazer retrospectivas. Bom eu também sou do povo e vou fazer a minha com as coisas mais marcantes na música na minha humilde opinião. Aquilo que não saiu da minha playlist, o cd que furei, enfim. O que me marcou os tímpanos neste ano. Rs. Então vamos ao que interessa: os “marcantes” de 2011.

Música chiclete do ano: Se meu lastfm continuasse ligado, este ano teria passado facil das 40.000 execuções e com certeza no topo estaria “Turning on Screw” do Queens of The Stone Age. É a primeira música que eu ouço assim que ligo o pc.

Música indie do ano:  Satellite, The Kills. Sem dúvida a música do ano do mundo indie. Muito boa com um vídeo que causa sensações que não sei descrever ainda. Me amarro muito.

Música do ano: A música mais redondinha desse ano vai ficar com os Arctic Monkeys (seuslindo)  com “All My Own Stunts” acho essa música muito redondinha. Sujo na medida certa. Com uma melodia que empolga e um peso que dá consistência a maçaroca toda. rs

Música pra dançar do ano: Eu dou esse prêmio pra maioria das músicas do LMFAO, os caras mandam muito bem nesse quesito. Mas a minha preferida dos últimos tempos é “Party Rock Anthem”, que quase me fez passar vergonha numa loja por quase não me segurar pra não dançar.

Clipe do ano: Esse clipe é a coisa mais fofa e legal do mundo. Soulstripper mandou benzaço nessa historinha que resume a vida de qualquer moleque no colegial, hehe.

Revelação do ano: Rafael Lima. Conheci no Twitter e já postei por aqui, realmente surpreendeu e foi a melhor novidade musical nesse ano pra mim.

Festival do ano: Rock in Rio, sem dúvidas. Não só por eu ter estado lá, mas por ter sido o mais completo do ano. Tiveram suas atrações desnecessárias, mas foi legal na totalidade. Com o melhor show que já fui e que me devia desde a adolescência: System Of A Down.

Show do ano: Sem dúvidas o show do ano foi Slipknot no Rock in Rio. Agradou até as vovós que ficaram com medo dos mascarados e saíram batendo cabeça dizendo que eles são muito loucos. Não sou exatamente um fã, mas curti muito o show deles.

Disco (furado de tanto tocar) do ano: Abbey Road, Beatles. Até então eu não via nada além de Ieieiê nos Beatles, mas não podia simplesmente passar sem ouvir um clássico como Abbey Road e mudar completamente de conceito e reconhecer o papel dos 4 garotos de Liverpool na história mundial.

Disco do ano: Com toda certeza e não sou só eu quem digo, Wasting Light foi o disco do ano de 2011. O Foo Fighters conseguiu trazer de volta à tona o bom e velho rock’n’roll. Sem um milhão de desinências, e subgêneros influenciando a sonoridade. Somente o rock. Puro, clássico. Foi o melhor cd do ano de longe. E vai marcar a história com certeza.

Banda nacional do ano: Vespas Mandarinas, também falei deles por aqui esse ano.  Ainda estão com uma troca louca de integrantes, mas isso não tira nem de longe a qualidade dessa banda que é nota dez.

Banda do ano: Não escondo de ninguém que 2011 foi o ano do Foo Fighters, e nem adianta esperar outra banda como banda do ano. Os caras tocaram fogo no ganzá, como diriam no samba. Gravaram em analógico, fizeram vídeos muito criativos, tocaram em garagens de sortudos (invejinha), vem ano que vem no Brasil e fizeram um show de lançamento épico via internet. De longe a banda da década que começa. Porque se o rock voltar às suas origens daqui pra frente já saberemos que a culpa será de Dave Ghrol e companhia. EPIC.

E assim acaba meus melhores de 2011. Semana que vem posto o lado B dessa lista.

Enjoy 😉

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