Hoje é dia de lembrar 2011, bebê!

dezembro 31, 2011 by

Mais um ano se encerrando e aquela velha mania do povo de fazer retrospectivas. Bom eu também sou do povo e vou fazer a minha com as coisas mais marcantes na música na minha humilde opinião. Aquilo que não saiu da minha playlist, o cd que furei, enfim. O que me marcou os tímpanos neste ano. Rs. Então vamos ao que interessa: os “marcantes” de 2011.

Música chiclete do ano: Se meu lastfm continuasse ligado, este ano teria passado facil das 40.000 execuções e com certeza no topo estaria “Turning on Screw” do Queens of The Stone Age. É a primeira música que eu ouço assim que ligo o pc.

Música indie do ano:  Satellite, The Kills. Sem dúvida a música do ano do mundo indie. Muito boa com um vídeo que causa sensações que não sei descrever ainda. Me amarro muito.

Música do ano: A música mais redondinha desse ano vai ficar com os Arctic Monkeys (seuslindo)  com “All My Own Stunts” acho essa música muito redondinha. Sujo na medida certa. Com uma melodia que empolga e um peso que dá consistência a maçaroca toda. rs

Música pra dançar do ano: Eu dou esse prêmio pra maioria das músicas do LMFAO, os caras mandam muito bem nesse quesito. Mas a minha preferida dos últimos tempos é “Party Rock Anthem”, que quase me fez passar vergonha numa loja por quase não me segurar pra não dançar.

Clipe do ano: Esse clipe é a coisa mais fofa e legal do mundo. Soulstripper mandou benzaço nessa historinha que resume a vida de qualquer moleque no colegial, hehe.

Revelação do ano: Rafael Lima. Conheci no Twitter e já postei por aqui, realmente surpreendeu e foi a melhor novidade musical nesse ano pra mim.

Festival do ano: Rock in Rio, sem dúvidas. Não só por eu ter estado lá, mas por ter sido o mais completo do ano. Tiveram suas atrações desnecessárias, mas foi legal na totalidade. Com o melhor show que já fui e que me devia desde a adolescência: System Of A Down.

Show do ano: Sem dúvidas o show do ano foi Slipknot no Rock in Rio. Agradou até as vovós que ficaram com medo dos mascarados e saíram batendo cabeça dizendo que eles são muito loucos. Não sou exatamente um fã, mas curti muito o show deles.

Disco (furado de tanto tocar) do ano: Abbey Road, Beatles. Até então eu não via nada além de Ieieiê nos Beatles, mas não podia simplesmente passar sem ouvir um clássico como Abbey Road e mudar completamente de conceito e reconhecer o papel dos 4 garotos de Liverpool na história mundial.

Disco do ano: Com toda certeza e não sou só eu quem digo, Wasting Light foi o disco do ano de 2011. O Foo Fighters conseguiu trazer de volta à tona o bom e velho rock’n'roll. Sem um milhão de desinências, e subgêneros influenciando a sonoridade. Somente o rock. Puro, clássico. Foi o melhor cd do ano de longe. E vai marcar a história com certeza.

Banda nacional do ano: Vespas Mandarinas, também falei deles por aqui esse ano.  Ainda estão com uma troca louca de integrantes, mas isso não tira nem de longe a qualidade dessa banda que é nota dez.

Banda do ano: Não escondo de ninguém que 2011 foi o ano do Foo Fighters, e nem adianta esperar outra banda como banda do ano. Os caras tocaram fogo no ganzá, como diriam no samba. Gravaram em analógico, fizeram vídeos muito criativos, tocaram em garagens de sortudos (invejinha), vem ano que vem no Brasil e fizeram um show de lançamento épico via internet. De longe a banda da década que começa. Porque se o rock voltar às suas origens daqui pra frente já saberemos que a culpa será de Dave Ghrol e companhia. EPIC.

E assim acaba meus melhores de 2011. Semana que vem posto o lado B dessa lista.

Enjoy ;)

Bem-vindo ao clube – Dead Fish 20 anos

novembro 17, 2011 by

E eles queriam ver o Circo pegar fogo…

No último dia 11-11-11, estávamos eu e meu companheiro de aventuras @raphaelzep no show de comemoração dos 20 anos de uma de nossas bandas favoritas: Dead Fish.

Cheguei um pouco cedo e entrei no começo do show da primeira banda de abertura Plastic Fire, que já conhecia de um evento underground que rolava aqui perto. Eles participaram trazendo panfletos com um bom discurso sobre as liberdades e sobre a influência da música na construção do pensamento. Na época achei a banda boazinha e cheguei a baixar umas duas músicas deles no myspace, que naquela ocasião era simplesinho e tinha umas quatro músicas do álbum de estréia E.xistência P.arcial (gosto da jogada com EP – disco de poucas músicas). No ano passado a Plastic Fire gravou no estúdio Superfuzz supervisionados por Gabriel Zander um disco bastante bom chamado A Última Cidade Livre. Esta canção que foi gritada a plenos pulmões por uma galera, bem como Negativo que é do E.P. Show cheio de energia e que já empolgou a galera em rodinhas. O ponto alto foi quando o vocalista  Reynaldo Cruz deu um mosh e cantou nos braços da galera, a ponto de perder o som no que pareceu ter sido solto o fio do microfone do seu conector original.

Durante o show da Plastic Fire tive a oportunidade de cumprimentar pelos 20 anos de Dead Fish o vocalista Rodrigo Lima. Foi rápido, mas importante pra mim por admirar seu trabalho e saber a importância dessa banda na construção de alguns dos meus ideais. Tietagens à parte logo começou o show de Zander.

Zander faz um som calcado num hardcore melódico, mas tão melódico que é quase meloso em algumas vezes. Mas eles tem fãs bastante animados. Fizeram uma apresentação direta e reta. Algumas caras e bocas mas um som competente e bem feitinho. Não chegou a me agradar, mas Gabriel Zander arregimenta um grande público fiel e que sabe todas as letras.Novamente foram vistas rodinhas, pequenos moshs, coisas do hardcore.

Mas nada se parecia com o que estava por vir. De repente encheu de gente a pista do Circo e ficou intransitável. O empurra-empurra se  inicou com os primeiros sinais de que a banda subiria ao palco, e então entrada dos integrantes um a um: Marcos, Alyand, Phil e Rodrigo levaram o público do Circo Voador a loucura. Teve início a Guerra dos Moshes onde você devia enfrentar um mar de gente para então subir no palco e assim, quem sabe, registrar sua participação naquele momento histórico. Tinha muito suor, vi lágrimas sim, não cheguei a ver sangue, mas com certeza roupas rasgadas e tênis perdidos. Foi de longe o show mais cheio e disputado que já fui da banda. Um show empolgante como todos os que já vi, incluindo vídeos do youtube e o dvd da MTV, mas havia algo diferente no ar aquele dia. Tinha uma aura mágica em torno do circo. Não sei se era culpa da empolgação do público pelos 20 anos de uma banda tão influente no meio hardcore, se era por causa da escolha pública da setlist do show ou simplesmente culpa de um som magnetizante. A única coisa que era possível ver eram homens e mulheres ávidos por gritar as já conhecidas palavras de ordem versadas música após música, discurso após o outro. O setlist velho conhecido de todos agradou mesmo sem grandes surpresas ( apresentaram Tijolo que já vinha sendo tocada ao vivo este ano) e acertou em cheio passeando pela carreira dos rapazes que tocaram tudo com bastante vigor. Embora, mesmo o saltitante Rodrigo estivesse meio contido. De resto foi do jeito que o povo gosta: moshes, rodas, bate-cabeça e muito, muito boa música. Um dia épico na vida de cada um ali.

Um vídeo filmado por mim e editado por @raphaelzep de Queda Livre durante o show:

Enjoy! ;)

Hit Parade – 11-11-11

novembro 11, 2011 by

Sempre me amarrei nessas coincidências numéricas e nós vivemos em uma época priveligiada para isso. Os números até 12 sempre vão coincidir em algum momento.Depois disso, só daqui quase umséculo. Então aproveitando a ocasião trazemos este mês a HP 11-11-11 pra marcar as comemorações deste dia tão “nostradâmico”. Pra isso teremos 3 categorias com 11 clipes cada (ok, sei que vai ser um post gigante, mas vai ser legal) são clipes de humor, clipes de bandas nacionais “desconhecidas” e clipes de assobio. Vamos parar de conversa e vamos à HP, minha gente!

HP 11-11-11 – Humor

O programa Comédia MTV tem as melhores paródias que já vi. Porque eles quase nunca parodiam uma música inteira. Eles criam em cima do gênero. Emulam o estilo e criam uma coisa nova e muito divertida. Serão 11 clipes da equipe do Comédia formada por Marcelo Adnet, Rafael Queiroga, Dani Calabresa, Paulinho Serra, Tata Werneck, Fábio Rabin, Gui Santana e Rodrigo Capela.

Comédia MTV – Acho que estou gamando de voê

Comédia MTV – Super Temaki

Comédia MTV – No passinho do qualquer coisa

Comédia MTV – Felicidade

Comédia MTV – Conexão Playground

Comédia MTV – Lambada da Maçaneta

Comédia MTV – Rap da Realidade

Comédia MTV – Psymoré feat. Padre José de Anchieta

Comédia MTV – O lado bom de ser gay

Comédia MTV – Any Song (Qualquer Canção)

Comédia MTV – Gaiola das Cabeçudas

HP 11-11-11 – Bandas Perdidas (nacional)

Nesta HP vão os clipes de algumas bandas nacionais que estão ou estiveram no subconsciente de uma minoria, mas que muita gente não se lembra ou prefere esquecer. Algumas estão aqui – perdidas – porque ainda não encontraram o caminho do mainstream. Ainda não toca em todas as rádios mas são muito boas. A última, Dead Fish, grava hoje 11/11/11 seu DVD em comemoração dos 20 anos da banda no Circo Voador, Rio de Janeiro. Vamos ver as coisas mais perdidas nacionalmente.

Vespas Mandarinas – Sem Nome

Vivendo do Ócio – Meu Precioso

O Surto – A Cera

Tianastácia – Cabrobó

Maskavo – Um anjo do céu

Tihuana – Pula

Trampa – Te presenteio com a fúria

Penélope – Namorinho de Portão

Vinny – Shake Boom

Jay Vaquer – Cotidiano de um Casal feliz

Dead Fish – Autonomia

HP 11-11-11 – Clipes de assobio

Bruno Mars – Lazy Song

Guns ‘n’ Roses – Patience

Maroon 5 – Moves Like Jagger

Scorpions – Winds Of Change

Bob Sinclair – Love Generation

Kill Bill – Whistle Song

Peter Bjorn & Jhon – Young Folks

Bob Marley – Don’t Worry, Be Happy

Enio Morricone – A fistful of dollars

Taxímetro – Oswaldo Montenegro

Billy Joel – The Stranger

Enjoy ;)

Voando alto

outubro 22, 2011 by

Postado por Júlia Rovere

E Noel Gallagher finalmente lançou seu tão aguardado álbum solo, “Noel Gallagher’s High Flying Birds”, depois de mais de dois anos em silêncio após o fim do Oasis. Evidentemente, houve grande surpresa por parte dos fãs, que esperavam músicas mais rock’n’roll; para outros nem tanto, pois Noel já esboçava algumas músicas acústicas, tanto nos shows nas turnês antigas do Oasis (1995, 1996…) quanto os lados-B nos singles (muitos deles no álbum “The Masterplan”, lançado em 1998), até numa mini-turnê acústica em 2006.

“Noel Gallagher’s High Flying Birds” possui 10 faixas de pura genialidade pop psicodélico, conforme descrito pelo próprio Noel – enfim, não se surpreenda de ouvir violinos e melodias folk. Em entrevista concedida ao jornal O Globo, ele, que agora é vocalista em tempo integral, disse: “Ele (Liam) é ótimo nesse negócio de rock, e a minha voz não é a certa para isso. Então, gravei as músicas apropriadas a um cantor como eu, que são… não sei, não muito rock.” Entretanto, ele afirma: “Não saí um milímetro de minha zona de conforto, estou totalmente imerso nela. Fico muito feliz tocando violão, não faço mais solos, chega dessa m**** de glamour.”
Algumas delas, como “(I Wanna Live In A Dream) In My Record Machine” e a lendária “Stop the Clocks” já eram meio conhecidas há algum tempo, pois seriam possíveis futuras faixas de um novo álbum do Oasis; E, mais outras três faixas já lançadas como single (“The Death Of You And Me”, “If I Had A Gun” e “AKA… What A Life!”, que tem a participação de Russel Brand e que no Youtube está difícil de assistir no formato VEVO, então troquei por um comercial inglês com a música de fundo, rs), já possuem clipes no Youtube.

“The Death Of You And Me”: 

“If I Had A Gun”: 

“AKA… What A Life!”:

 

Sabemos que Noel também é famoso pelos lados-B de seus singles, que infelizmente são lançados em edição limitadíssima e não chegam aqui no Brasil pra gente. Os da carreira solo são os que mais fizeram os fãs lembrarem do Oasis e, em maioria absoluta, eles dizem que eram as músicas que não poderiam ficar de fora do álbum de jeito nenhum… e ficaram. O jeito é fazer download mesmo.  Fiquem de ouvidos ligados em “The Good Rebel”, “Let The Lord Shine A Light On Me” e “A Simple Game Of Genius” – onde ele literalmente ligou o amplificador. ;)

“The Good Rebel”:

 

“Let The Lord Shine A Light On Me”:

 

“A Simple Game Of Genius”:

 

Noel Gallagher na web: Site Oficial | Facebook | Myspace | Twitter | Youtube

Hit Parade – Dia das Crianças

outubro 12, 2011 by

E chegou o dia 12! 12 de outubro, Dia das Crianças. Então este humilde blog resolveu fazer uma Hit Parade pra homenagear e lembrar os pirralhos. São 12 clipes com crianças cheias de vigor e em algumas vezes berrando.  Segurem os porta-retratos, cubram a mobília e tragam os lápis de cor que a mulecada tá vindo aí.

1- Rock This Party – Bob Sinclair

Adoro esse muleque!

2- Tune-Yards  - Bizness

Já vi essa menininha berrando tantas vezes que realmente poderia deixá-la subir na mesa da sala pra mostrar pros amigos, muito fofinha, gente.

3- Boys Don’t Cry – The Cure

Eu sabia que os meninos não choravam, só não sabia que eles faziam videoclipe. rs. :)

4- Empty Walls – Serj Tankian

Esse clipe deu um pouco de polêmica na época, porque relembrava os atentados de setembro/01 e  também pela situação de conflito entre as crianças. Mas esse é de longe um dos melhores clipes senão o melhor vídeo da carreira solo do vocalista do System of a Down.

5- Não troco um Sorvete de Flocos por Você – Soulstripper

Ie, ie, ie… rsrs

6- MMM MMM MMM – Crash Test Dummies

Acho muito “quefofinho” as criancinhas no teatrinho. E essa canção de ninar… é tão legal…

7- Jeremy – Pearl Jam

Sim os problemas escolares e de relacionamento por lá já existem há mais tempo que o Serginho Groismann tem falado de bulying.

8- Blurry – Puddle of Mudd

Me chamem de emotivo, mas relação pai e filho nessa música que marcou tanto minha adolescência é sacanagi!

9- Guitar Man – Cake

Esse clipe é muito lindo e fofo. E tem uma ambientação perfeita. Hoje esse menino tem a própria banda (Still Pending). Amo esse clipe e música demais. E meu essa professora sabe fazer mágica *-*

10- Enter Sandman (Cover) – The Mini Band

Eu ainda custo a acreditar que é um dos melhores covers de Enter Sandman que já vi. E tocado por crianças de 8 – 10 anos. É mágico!  É PERFEITO! E reparem na concentração da loirinha, rs. Ela tem só 7 oO.

11- Toxicity (Drum Cover) – Jonah Rocks

SEU LINDO! O desejo de um filho: Jonah! Esse muleque é demais. Coisa mais linda. Todo cheio de técnica. Quero fazer um moleque assim, bicho. Arrebenta na batera o pequeno Jonah que na época tinha só 5 aninhos. Saca só!

12- Dur Dur D’etre Bebe – Jordy

O resumo é simples se você sabe do que se trata, você está ficando velho. E nada como um momento pra fazer recordar nossa infância. Dica fervilhante da amiga e colaboradora @lailasena.


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